No final do século XIX, um engenheiro escocês mudou para sempre a forma como o mundo se organiza ao propor a divisão em fusos horários.
Até então, cada cidade seguia sua hora solar local, o que funcionava bem no cotidiano, mas se tornou um grande problema com a chegada dos trens.
Uma única linha férrea podia cruzar dezenas de horários diferentes, tornando impossível calcular com precisão partidas, chegadas e duração das viagens.
A solução foi revolucionária: dividir o planeta em 24 fusos horários, cada um com 15° de longitude, equivalentes a uma hora padrão.
O ponto de referência escolhido foi o Meridiano de Greenwich (tempo 0), em Londres, que se tornou a base do sistema global de tempo.
Desde então, os fusos horários se tornaram essenciais não apenas para o transporte, mas também para as comunicações, a economia e a própria forma como o mundo se conecta.

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