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"Retrato de uma senhora como Flora", de Giovanni Battista Tiepolo
Outra obra desaparecida por um longo tempo (250 anos) é "Retrato de uma senhora como Flora", do mestre da pintura italiana Giovanni Battista Tiepolo. Acredita-se que o quadro tenha sido feito sob encomenda da imperatriz Elizabeth da Rússia, embora não haja registro de que ela o tenha recebido. O retrato é tido como uma das obras mais belas e marcantes de Tiepolo.
De acordo com pesquisadores de arte, em entrevista a Reuters, o trabalho foi jogado em um sótão porque era considerado muito "picante", já que mostrava uma mulher seminua. A parte mais trágica é que, por essa mesma razão, a imagem foi jogada de forma descuidada: não ficava forrada e nunca recebia cuidados de limpeza.
O rei excêntrico
Candaules, rei degenerado do antigo Reino da Lídia (onde agora é o oeste da Turquia), um dia perguntou ao seu guarda-costas, Giges, se ele queria ver sua esposa sem roupas. Giges recusou, mas acabou sendo persuadido pelo excêntrico monarca a se esconder no quarto dela e assistir a rainha se despindo. Ela viu Giges e, conhecendo o marido que tinha, deu ao guarda-costas uma escolha: matar Canduales e casar com ela, ou ela o acusaria publicamente de espioná-la, um crime punível com execução imediata. Quando a rainha chamou o marido para a cama mais tarde naquela noite, Giges estava escondido e esfaqueou Canduales até a morte.
O eunuco fake
A Rainha Viúva Zhao, a mãe de Qin Shi Huang, que mais tarde se tornaria o primeiro imperador da China, foi a concubina do político Lu Buwei. O acesso a ela era restrito, o que muitas vezes significava que Lu Buwei não conseguia entrar na câmara real a qualquer hora para satisfazê-la. Insatisfeita, a rainha ordenou que Lu Buwei achasse uma solução. Não querendo desagradá-la — e com medo de enfrentar uma possível exposição e perseguição — o ministro inventou uma solução esquisita. Ele disfarçou um jovem bem dotado, chamado Lao Ai, como um eunuco (homem sem as partes). Desta forma, Lao Ai tinha livre acesso aos aposentos das mulheres, sem levantar suspeitas. Ele teve vários encontros íntimos com a rainha até que a artimanha foi descoberta. Lao Ai foi executado por seus pecados, a Rainha foi presa e os filhos que teve com Lao Ai foram assassinados.
Alan Taylor - Thor: O mundo sombrio (2013)
Alan Taylor é mais conhecido por dirigir episódios de séries como Game of Thrones e Mad Men. No entanto, sua experiência com filmes blockbuster não foi lá muito boa.
O diretor diz que seu trabalho em Thor: O Mundo Sombrio foi angustiante, pois ele ganhou absoluta liberdade na hora de fazer o filme, até ele ver algo completamente diferente nas telas do cinema. A Marvel parece ter remexido bastante no trabalho do cineasta, deturpando a visão original dele.
Taylor diz que espera que isso nunca mais se repita e que não deseja o mesmo para ninguém.
Sam Raimi – Homem-Aranha 3 (2007)
Homem-Aranha 3 certamente não fez o gosto do público ao ser lançado nos cinemas, nem de Sam Raimi, que tentou fazer o filme funcionar de diversas formas.
Alguns apontam o excesso de vilões e o tom maluco da trama como alguns dos principais fatores pelos quais Homem-Aranha 3 simplesmente não funciona.
Raimi deu a entender que não estava muito empolgado enquanto trabalhava na obra, afirmando que ''se o diretor não ama algo, é errado ele tentar fazê-lo quando tantas pessoas o amam.''
O filme resultou em muitas críticas negativas e uma reputação infame na panteão do cinema super-heroico.
Fio Maravilha — João Batista de Sales — aparece na foto ao lado da filha Simone e da ex-esposa Sandra. O atacante entrou para o folclore do futebol brasileiro depois do gol marcado contra o Benfica em 1972, defendendo o Flamengo, feito que inspirou Jorge Benjor a compor a célebre canção com seu nome. A homenagem, porém, virou polêmica: orientado por um advogado ambicioso, Fio acabou acionando o cantor na Justiça reivindicando direitos sobre a música. Para evitar problemas, Jorge alterou o refrão para “Filho Maravilha”.
Com o tempo, tudo se resolveu. Fio pediu desculpas a Jorge Benjor, admitindo que fora influenciado, e os dois se reencontraram de forma cordial. O cantor, digno e sereno, aceitou as desculpas e colocou fim ao mal-entendido.
Quando a música estourou, Fio nem estava mais nos holofotes do Flamengo — o clube o havia emprestado ao Avaí, e ele acabou optando por abandonar o futebol e tentar a vida nos Estados Unidos. Hoje, aos 80 anos, vive há mais de 45 anos em São Francisco, longe dos gramados, mas para sempre lembrado como o personagem improvável que inspirou uma das canções mais icônicas da MPB.