1. A Galiza não é um conjunto de chuvas e vacas.
- É um mundo à parte, com a sua própria língua, raízes celtas e uma costa assustadora.
- Um lugar onde a morte e a vida são celebradas em pé de igualdade.
- E onde o galego não é apenas uma língua, mas uma forma de ver o mundo.
2. A sua história é atlântica, não castelhana.
- Antes de se tornar Espanha, a Galiza já tinha portos abertos para o mundo.
- Os povos celtas deixaram fortalezas circulares, ritos lunares e gaitas de foles.
- O seu símbolo é o Cruceiro, uma cruz de pedra que liga os mundos visível e invisível.
- Aqui as meigas (bruxas) não são fantasia: são memória.
3. O galego não é um dialeto, é uma língua irmã do português.
- Foi a língua dos trovadores na Idade Média, depois silenciada durante séculos.
- Hoje sobrevive com orgulho na literatura, nas escolas e na música.
- Rosalía de Castro reavivou-a como a voz do povo: "Aí vén o maio / de frores cuberto..."
4. O mar é tudo: dá trabalho, tira vidas, decide tudo.
- A pesca, a migração, as lendas.
- Os galegos atravessaram oceanos e fundaram bairros inteiros em Buenos Aires, México e Havana.
- E todos os anos, em Fisterra, o lugar a que os romanos chamavam o fim do mundo, os peregrinos queimam as suas roupas e começa outra viagem.
- Rosalía de Castro reavivou-a como a voz do povo: "Aí vén o maio / de frores cuberto..."
4. O mar é tudo: dá trabalho, tira vidas, decide tudo.
- A pesca, a migração, as lendas.
- Os galegos atravessaram oceanos e fundaram bairros inteiros em Buenos Aires, México e Havana.
- E todos os anos, em Fisterra, o lugar a que os romanos chamavam o fim do mundo, os peregrinos queimam as suas roupas e começa outra viagem.

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