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| A face populista dos jovens políticos |
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| Cabeça vazia |
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| Censura |
Coruja: O Vigilante Silencioso
Associada à sabedoria, a coruja é, na prática, uma predadora noturna implacável. Caça com precisão cirúrgica e praticamente sem emitir som. Pequenos roedores não têm chance.
Na ficção? Uma espiã manipuladora que vê tudo e age nas sombras. Seu poder está na informação — e na capacidade de atacar sem ser percebida.
Tamanduá-Bandeira: A Surpresa que Anda Devagar
Parece desajeitado, quase bobo. Mas o tamanduá-bandeira, se acuado, pode abrir os braços, erguer-se em pé e, com suas garras afiadas, causar ferimentos mortais até em onças. Seus braços são armas letais.
Como vilão? Um mestre da paciência, que espera e observa… até o momento perfeito para o contra-ataque. Nunca subestime o que anda devagar.
- O Professor: Um personagem de Lourenço Mutarelli, se bem todos os personagens de Mutarelli são tarados. Esse é um dos tantos duplos de ‘O Grifo de Abdera’ envoltos com o sexo e os desejos mal resolvidos.
- Macunaíma: Na literatura brasileira não nos faltam taradões. Não que esse seja um dos taradões explícitos, mas sua incansável vontade de brincar mostra o quão nosso herói sem nenhum caráter só pensa naquilo.
- Macário: Esse personagem de Álvares de Azevedo que faz a noite de ‘Um Drinque No Inferno’ parecer festinha do jardim. No final da peça. ele ainda é levado pelo Bode Velho a ter o vislumbre doutra noitada em tavernas.
Você sabia que a Etiópia é um país localizado no Chifre da África, reconhecido por seu legado histórico milenar, diversidade cultural e importância na história da humanidade? Com uma população estimada em cerca de 135 milhões de habitantes em 2025, é o segundo país mais populoso da África e o décimo no mundo.
Dados gerais:
Nome oficial: República Democrática Federal da Etiópia
Capital: Adis Abeba
Área territorial: aproximadamente 1.104.300 km²
Idioma oficial: Amárico, com mais de 80 línguas locais
Moeda: Birr etíope (ETB)
Forma de governo: República federal com sistema parlamentar
Religião predominante: Cristianismo ortodoxo etíope (cerca de 44%), seguido por muçulmanos (31%) e protestantes (23%)
Fatos interessantes:
Civilização milenar: A Etiópia é uma das civilizações mais antigas do mundo, com raízes no Reino de Aksum e menções em textos bíblicos.
Paisagens icônicas: Desde as montanhas Simien até a depressão do Danakil e os lagos do Vale do Rift, oferece cenários impressionantes.
Diversidade cultural: Abriga mais de 80 grupos étnicos, tradições ortodoxas únicas e festivais como o Timkat, cheios de cor e espiritualidade.
Gastronomia tradicional: Pratos como o injera com wot, o doro wat e o café etíope são emblemas de sua culinária ancestral e hospitalidade.
Espírito resiliente: Ao longo dos séculos, a Etiópia manteve sua soberania, resistiu à colonização e continua sendo um símbolo de orgulho africano.
Desafios sociais e disputas:
Apesar de sua rica herança e recursos naturais, a Etiópia enfrenta desafios significativos. O país passou por conflitos internos, como a guerra em Tigray, que resultaram em deslocamento de milhões de pessoas e necessidade de reconstrução. Além disso, enfrenta desafios relacionados à pobreza, com uma parte significativa da população vivendo abaixo da linha da pobreza, e questões de acesso a serviços básicos como saúde e educação.
CHARLES BAUDELAIRE
Esse era um poeta, muito culto, que as pessoas consideravam satânico e que diziam ter feito um acordo com as forças das trevas. Ele queria, como já era de se prever, o reconhecimento artístico, mas o coitado nem chegou a fazer sucesso. O povo da época juntava seu ateísmo declarado, com as poesias que pareciam exaltar o demônio, e daí concluíam que o homem não era de Deus. Hoje em dia, dizem que seus escritos eram metafóricos e que o culto a tal diabo não passava de uma outra forma de se referir à rebeldia.
Você consegue imaginar um veículo de duas rodas onde não é possível pedalar? Pois era exatamente assim o primeiro modelo do mundo!
Inventada na Alemanha no ano de 1817, a "draisiana" era fabricada quase inteiramente de madeira e não possuía engrenagens ou correntes de transmissão.
Para o veículo se mover, o condutor precisava apoiar-se no banco e dar fortes impulsos diretamente contra o solo, simulando uma corrida veloz enquanto estava acomodado.