"Impressão, Nascer do Sol" - Claude Monet (1872)
Essa pintura foi tão criticada que acabou batizando um movimento inteiro. Um crítico zombou do quadro, chamando-o de “mera impressão” — e assim nasceu o Impressionismo. Monet quis mostrar não a realidade perfeita, mas a sensação do momento.
"A Persistência da Memória", Salvador Dalí (1931)
Os relógios derretidos de Dalí se tornaram um dos maiores ícones do surrealismo. O artista dizia que queria pintar “o tempo que escorre”. A obra é uma reflexão sobre a fragilidade das nossas lembranças e da própria realidade.
"Quarto em Arles", Vincent van Gogh (1888)
Van Gogh pintou seu próprio quarto como um refúgio de paz. Ele escreveu ao irmão dizendo que as cores foram escolhidas para transmitir calma e descanso. Ironia: o quadro nasceu durante uma de suas fases mais turbulentas.
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