Babilônia era cercada por muralhas largas o suficiente para carroças passarem lado a lado. Canais cortavam a cidade, ligando o rio Eufrates ao centro urbano. No coração dela, palácios, templos e a imensa torre-templo, a zigurate, dominavam a paisagem.
O comércio era intenso, com mercadores vindos de várias partes do mundo antigo. As leis eram rígidas, escritas em pedra. As ruas eram movimentadas, e o som das orações nos templos se misturava ao barulho dos mercados.
No comando estava Nabucodonosor II, o rei mais famoso da cidade. Ele conquistou povos vizinhos, destruiu o templo de Jerusalém e levou seus habitantes como prisioneiros. Transformou Babilônia na capital mais rica da época.
Ouro, prata, pedras preciosas, tecidos finos e grandes estoques de grãos circulavam pelos templos e palácios. A cidade acumulava poder por meio do comércio, da guerra e dos tributos.
Mas a queda veio rápido. Em 539 a.C., os persas, liderados por Ciro, o Grande, tomaram a cidade quase sem resistência. Babilônia já enfrentava crises internas, disputas políticas e um povo insatisfeito. Depois disso, a cidade perdeu força e nunca mais voltou a dominar como antes.

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