"O Beijo", Gustav Klimt (1908)
Depois de ser criticado por obras consideradas ousadas demais, Klimt resolveu se redimir com “O Beijo”. A estratégia deu certo: o quadro foi comprado antes mesmo de ficar pronto e virou símbolo do amor e da sensualidade na arte.
"No Moulin Rouge", Henri de Toulouse-Lautrec (1893)
Baixinho e com problemas de saúde, Lautrec se identificava com os excluídos que frequentavam os cabarés de Paris. Suas pinturas capturam a essência boêmia da noite parisiense — cheia de cor, melancolia e humanidade.
"Os Embaixadores", Hans Holbein (1533)
À primeira vista, é apenas o retrato de dois homens elegantes. Mas olhe com atenção: cada objeto carrega um significado — e aquele estranho borrão no chão é, na verdade, uma caveira distorcida, visível apenas de um certo ângulo. Um lembrete de que até o poder tem fim.
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