O rei excêntrico
Candaules, rei degenerado do antigo Reino da Lídia (onde agora é o oeste da Turquia), um dia perguntou ao seu guarda-costas, Giges, se ele queria ver sua esposa sem roupas. Giges recusou, mas acabou sendo persuadido pelo excêntrico monarca a se esconder no quarto dela e assistir a rainha se despindo. Ela viu Giges e, conhecendo o marido que tinha, deu ao guarda-costas uma escolha: matar Canduales e casar com ela, ou ela o acusaria publicamente de espioná-la, um crime punível com execução imediata. Quando a rainha chamou o marido para a cama mais tarde naquela noite, Giges estava escondido e esfaqueou Canduales até a morte.
O eunuco fake
A Rainha Viúva Zhao, a mãe de Qin Shi Huang, que mais tarde se tornaria o primeiro imperador da China, foi a concubina do político Lu Buwei. O acesso a ela era restrito, o que muitas vezes significava que Lu Buwei não conseguia entrar na câmara real a qualquer hora para satisfazê-la. Insatisfeita, a rainha ordenou que Lu Buwei achasse uma solução. Não querendo desagradá-la — e com medo de enfrentar uma possível exposição e perseguição — o ministro inventou uma solução esquisita. Ele disfarçou um jovem bem dotado, chamado Lao Ai, como um eunuco (homem sem as partes). Desta forma, Lao Ai tinha livre acesso aos aposentos das mulheres, sem levantar suspeitas. Ele teve vários encontros íntimos com a rainha até que a artimanha foi descoberta. Lao Ai foi executado por seus pecados, a Rainha foi presa e os filhos que teve com Lao Ai foram assassinados.


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