segunda-feira, 11 de março de 2024

O Destino dos Assassinos mais Infames da História

Violet Gibson

Um dia, em Roma, em abril de 1926, o líder fascista italiano, Benito Mussolini, estava caminhando por uma multidão de apoiadores após um discurso. Escondida na multidão estava Violet Gibson, uma católica irlandesa que tinha ido à Roma com o propósito de assassinar o ditador italiano.

Embora Gibson estivesse à queima-roupa quando disparou sua pistola, o primeiro tiro só raspou o nariz do fascista e o segundo tiro saiu pela culatra. Apesar deste atentado direto e deliberado contra a vida de Mussolini, Gibson não enfrentou nenhuma ação punitiva e foi libertada sob custódia de um manicômio inglês.

Claus von Stauffenberg

Um ano antes de Hitler tirar a própria vida, seu reinado de terror quase terminou de uma maneira bem diferente. Em 1944, um oficial de alto escalão das SS chamado Claus von Stauffenberg fez um atentado contra a vida do ditador. Conhecido como o complô de 20 de julho, Stauffenberg colocou uma mala equipada com explosivos ao lado de Hitler durante uma reunião das SS e rapidamente deixou a sala. Mas antes da bomba detonar, a mala foi distraídamente movida para trás da mesa por outro oficial. A explosão deixou Hitler apenas com ferimentos leves.

Stauffenberg poderia ter mudado o curso da Segunda Guerra Mundial nesse momento, mas infelizmente ele e seus co-conspiradores foram reunidos e imediatamente colocados em julgamento. Stauffenberg e outros membros da SS que estavam na trama foram executados via pelotão de fuzilamento.

Leon Czolgosz

William McKinley, 25º Presidente dos Estados Unidos, foi baleado no estômago durante uma aparição pública em Buffalo, Nova York, em 1901. McKinley desenvolveu uma infecção devido aos ferimentos e teve apenas algumas semanas de vida. Mas seu agressor foi capturado na hora e condenado à morte.

Leon Czolgosz, um metalúrgico envolvido com o movimento anarquista de Nova York, foi executado na cadeira elétrica logo após a morte de McKinley. Diz a lenda que Thomas Edison participou da execução e gravou os eventos, numa tentativa de reunir evidências de que a corrente alternada de Tesla, usada para a execução, era mais perigosa do que seu próprio método de corrente contínua.

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