Corpo em decomposição
Escalar o Everest pode ser fatal e a história já mostrou isso. A montanha possuí uma área chamada de zona da morte, que é quando os escaladores ultrapassam 8 mil metros de altitude. Nessa parte da Terra, nossas células começam a morrer na ausência de oxigênio.
O nível de oxigênio no cume do Everest é apenas um terço do presenciado no nível do mar. Além disso, a temperatura chega a congelantes -50 °C. Essas condições não são nem um pouco favoráveis à sobrevivência humana. Por esse motivo, é impressionante que o alpinista Babu Chhiri Sherpa tenha conseguido ficar 21 horas no cume, sem oxigênio suplementar, em 1999.
Cemitério aéreo
Durante todos os anos de tentativas intermináveis de escalada do Everest, cerca de 300 alpinistas morreram tentando cumprir essa missão. Estima-se que existam pelo menos 200 cadáveres nas encostas do Everest, sendo a maioria localizada ao redor da Zona da Morte.
Por conta da temperatura congelante, os cadáveres são mumificados. Derrubar os corpos da montanha é algo extremamente perigoso e não aconselhado. Por esse motivo, as pessoas são deixadas como morreram no local. Ocasionalmente, famílias tentam missões de resgate para recuperar o corpo de um ente querido, mas a missão pode custar mais de US$ 40 mil.


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