Em 1936, Isabella Gilbert, de Rochester, Nova York, lançou um dispositivo de beleza chamado “Dimple Maker”, projetado para criar covinhas pressionando dois botões nas bochechas. Usado como uma pinça facial, o dispositivo deveria ser usado por cinco minutos por vez, algumas vezes ao dia, durante atividades comuns como ler ou se vestir. Anúncios incentivavam os usuários a sorrir para um espelho enquanto o usavam, prometendo que o uso regular eventualmente produziria covinhas duradouras. Apesar do entusiasmo por trás de seu marketing, a Associação Médica Americana descartou o dispositivo como ineficaz, alertando que não só não produziria covinhas, mas o uso prolongado poderia até mesmo representar sérios riscos à saúde, incluindo câncer.

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