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| Axolotl de uma semana após a eclosão |
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| Brânquias de cogumelo mostrando esporóforos |
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| Células de tecido intestinal de camundongo neonatal |
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| Cristais de ácido malônico dissolvidos em etanol |
Tesouro Trácio
Eis que estamos diante de mais uma descoberta feita por acaso e que nos levou a conhecer um pouco dos costumes de civilizações antigas: o Tesouro Trácio.
Encontrado em dezembro de 1949 pelos irmãos Pavel, Petko e Mihail Deikov, o tesouro em questão estava no poço localizado no pátio de uma fábrica na cidade de Panagyurishte, localizada na província Pazardzhik, Bulgária. No total, eram nove peças com 24 quilates de ouro feitas por artesões da Trácia possivelmente entre o final do século IV e início do século III antes de Cristo.
Desde a sua descoberta, as peças já foram expostas em diversos museus ao redor do globo, onde curiosos tiveram a oportunidade de ver quatro rimas, três jarros rítmicos, uma ânfora rítmica e uma grande patera (uma espécie de tigela rasa), todas pesando aproximadamente 6 quilos e trazendo vários detalhes em sua composição.
Pintura Cristo Zombado
Vamos falar agora de um tesouro histórico que não estava necessariamente enterrado, mas ainda assim foi tão ignorado que levou algum tempo para ser publicamente divulgado.
Em 2019, foi encontrada a pintura Cristo Zombado, um trabalho do artista Cenni di Petro Cimabué datado do século XIII. Ela estava na casa de uma senhora francesa e, inicialmente, nem ela ou qualquer membro da família deram muita bola por julgarem que era uma pintura velha de origem russa.
Entretanto, esse cenário mudou depois que, em junho deste ano, ela decidiu vender a casa e contratou um especialista para avaliar o que havia em seu interior. Foi neste momento que o avaliador Philomène Wolf reconheceu a arte como parte de um trabalho maior contendo trechos da paixão e crucificação de Cristo. Resultado: a peça foi leiloada e arrematada por 24 milhões de euros (algo em torno de R$ 128 milhões).
Nem sempre os carrascos usavam capuz
Na cultura pop, nós consolidamos a ideia de que carrascos usavam aqueles capuzes sobre suas cabeças, tapando os seus rostos e protegendo suas identidades. No entanto, a história nos mostra que, embora estes capuzes realmente existissem, era mais comum que os carrascos se gabassem de suas atividades ao invés de escondê-las
Em certos lugares, como na Escandinávia, os assassinos tinham suas orelhas mutiladas ou seus rostos marcados para que se tornassem inconfundíveis a quem os olhasse. Contudo, na França e em outros lugares, os carrascos eram frequentemente insultados e forçados a viverem separados da sociedade.
Madame Tussaud usou cabeças decapitadas para aprender seu ofício
Provavelmente você já ouviu falar dos famosos museus de cera que levam o nome de Marie Tussaud. Ela foi uma artista plástica francesa que se tornou famosa por suas esculturas de cera e pelo museu homônimo que fundou em Londres.
Mas o mais curioso é que Madame Tussaud usava cabeças que caíam em cestos após a guilhotina para criar moldes e aprimorar a sua técnica. Ela chegou a ser presa por conta disso, mas acabou solta e seguiu produzindo suas conhecidas esculturas de cera.
Machu Picchu
Durante sua expedição ao Peru em 1911, o explorador americano Hiram Bingham III (1875-1956) descobriu o Machu Picchu sem querer. Essa antiga cidadela Inca foi encontrada graças à ajuda de agricultores indígenas locais, enquanto ele procurava outra cidade chamada Vilcabamba.
A empresa na Rua da Mooca foi fundada em 1910 trabalhando na fiação e tecelagem de lã e algodão.
Muitos italianos trocaram as lavouras de café pelo bairro da Mooca buscando nas várias fábricas, inclusive na Labor, dar sequência no ofício que tinham antes de desembarcar no Brasil.
A empresa fechou as portas em 1987 e embora seja tombada pelo patrimônio histórico, tanto os galpões, chaminés e o casarão estão à venda e atualmente estão em pior estado que na foto da publicação.