Margaret White em Carrie, a Estranha (1976)
Carrie, a Estranha (1976), dirigido por Brian De Palma, é um clássico do terror e uma das melhores adaptações do mestre do horror Stephen King. Com muito sangue e momentos icônicos, uma das coisas mais assustadoras da produção Em um filme cheio de sangue de porco, destruição tele cinética e assassinato em massa, a coisa mais assustadoras é Margareth White (Piper Laurie), mãe da protagonista Carrie White (Sissy Spacek). Extremamente abusiva, ela utiliza castigos cruéis em sua filha por causa de um fundamentalismo religioso que ela segue equivocadamente.
A história segue Carry White (Sissy Spacek), uma jovem que não faz amigos em virtude de morar em quase total isolamento com Margareth (Piper Laurie), sua mãe e uma pregadora religiosa que se torna cada vez mais ensandecida. Carrie foi menosprezada pelas colegas, pois ao tomar banho achava que estava morrendo, quando na verdade estava tendo sua primeira menstruação. Uma professora fica espantada pela sua falta de informação e Sue Snell (Amy Irving), uma das alunas que zombaram dela, fica arrependida e pede a Tommy Ross (William Katt), seu namorado e um aluno muito popular, para que convide Carrie para um baile no colégio. Mas Chris Hargenson (Nancy Allen), uma aluna que foi proibida de ir festa, prepara uma terrível armadilha que deixa Carrie ridicularizada em público. Mas ninguém imagina os poderes paranormais que a jovem possui e muito menos de sua capacidade vingança quando está repleta de ódio.

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