Yigal Amir
Este estudante de direito mudou drasticamente o curso da história israelense quando atirou no primeiro-ministro Yitzhak Rabin em 1995. Extremista de direita convicto, Amir era veementemente contra os Acordos de Oslo, que iniciaram o processo de paz entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina.
Amir ainda está atrás das grades, cumprindo pena de prisão perpétua mais seis anos por ferir o guarda-costas de Rabin. A cerimônia de circuncisão de seu filho ocorreu atrás dos muros da prisão em 2007, no aniversário do assassinato de Rabin. Até hoje, Yigal Amir é considerado uma ameaça à segurança nacional.
Bruto
Este é um dos assassinatos mais famosos da história. Júlio César foi esfaqueado 23 vezes por seu amigo íntimo e conselheiro Marco Júnio Bruto com a ajuda de outros senadores romanos. Este fatídico dia em 44 a.C. mais tarde ficou conhecido como os Idos de março.
Bruto foi rapidamente banido de Roma por Augusto César, sucessor de Júlio. Apesar de várias tentativas de recuperar algum tipo de poder, e talvez por causa de duas derrotas esmagadoras nas mãos de Marco Antônio, Bruto escolheu acabar com sua vida em 42 a.C.
John Wilkes Booth
John Wilkes Booth é uma figura conhecida na história americana. Sua decisão de assassinar Abraham Lincoln, o 16º presidente dos Estados Unidos, colocou em risco uma carreira promissora como ator de teatro.
Booth e seu cúmplice, David Herold, escaparam depois de atirar em Lincoln. Eles foram encontrados 12 dias depois em uma fazenda de tabaco da Virgínia. Herold se rendeu às tropas da União, enquanto Booth teve que ser forçado com um incêndio a sair do celeiro onde estava escondido. Booth foi baleado e morto quando tentava escapar das chamas.






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